Esta não é uma postagem triste.
Olá. Hoje é domingo, 22 de maio de 2011. Acabo de fazer os meus exercícios (quase) diários e estou esperando o meu almoço, apesar de eu já estar sonolento.
A respeito da minha noite? Foi bem, obrigado. Mas descobri que sou mais convencional do que eu imaginava, não sou seguro o bastante para certas modernidades. Sorte que não havia sentimentos no jogo!
Mas não é a respeito disso que quero falar, não sei se é a última vez que falarei dele, espero que sim. Eu sei que escrever é mágico e doloroso às vezes, e quanto mais eu falo maior se torna o monstro.
Por isso procurarei ser objetivo.
Tudo indica que desta vez acabou pois os mistérios foram revelados, ele foi objetivo e eu... bem, tentei, mas acho que consegui transmitir a mensagem. Tenho que escrever isso rápido pois só de começar a lembrar sinto algo estranho no estômago (segundo a minha irmã, isso é ruim, coisas boas nós sentimos no coração).
Tudo o ocorreu nessa seqüência: EU liguei para ele. Meia noite na casa dele. Sexo superficial. Dormimos juntos, mas não abraçados. Ligação às quatro da manhã. Um pedido estranho para dormir na casa dele, ele negou pois "havia gente" (EU).
Quando ele desligou, eu não consegui mais fingir dormir pois a minha dignidade estava gritando. Levantei-me e comecei a me arrumar para ir embora, ele não entendeu e achou que eu estava blefando. Não discutimos. Ele por pouco me convenceu, mas a falta de toque, Deus, trouxe-me novamente para a realidade. E pela primeira vez ouvimos nossas vozes, falei o que eu sentia e ele disse "pare de bichisse", e eu disse "não, isso não é bichisse, estou sendo muito homem para falar isso".
Não brigamos, mas ele não queria me deixar ir embora. Então com a voz fraca, sentindo o choro na garganta querendo ser vomitado, eu pedi "por favor, me deixe ir embora". Acho que foi o meu pedido de liberdade, soltar-me do que sinto. E ele viu que eu estava seguro do que eu estava pedindo. E me libertou. Nós nos despedimos timidamente. Ele "tchau" e eu "até mais", eu me arrependido de ter dito isso, eu deveria ter dito "tchau".
Escrever isso me fez mal, assumo. Prometo a mim mesmo que será a última vez que pensarei e falarei sobre o assunto.
Quem estou tentando enganar? Até pode ser a última vez que estou falando/escrevendo sobre esse assunto, mas esquecerei fácil? Eu tenho que tentar.
Razões: Não era certo, não há motivos para ilusão. É tolice insistir em algo que se sabe que não dará certo.
Sobre a dor? É normal, já sofri piores e superei. Eu sei que quando eu encontrar alguém que me satisfaça, que eu me apaixone, este "ele" será apenas mais um. Tenho que me conformar, ele será apenas uma vaga lembrança. Nada é perfeito, felizmente. Eu estou superando e crescendo.
Afinal, isso é a vida.
domingo, 22 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
I'm cool.
Mais um domingo, já passamos do meio dia. Neutro? Não sei. Realmente não sei. Se estou feliz ou melancólico, acredito que mais feliz, mas de uma maneira sem graça.
Não lembro se na minha última postagem eu estava alegre ou depressivo. Lembro da minha última tentativa de escrever, quarta-feira, em que "ele" me ligou.
Foi tão... inesperado. Não quero perder o meu tempo descrevendo os acontecimentos, apesar de rápido, foram momentos tensos. Ainda não descobri se foi bom ou ruim.
Estou percebendo que "ele" me quer. Sim, quer. Mas de uma maneira não tão séria, o rótulo é ausente. Eu nunca havia experimentado a paixão de um modo tão descompromissado, fico espantado ao ver que está durando. Porém, como eu disse: quero um sinal de afeto.
Uma ligação inesperada não significa afeto, pode significar inúmeras coisas, como por exemplo, apenas um desejo da carne. É estranho ver que essa é a hipótese que mais considero coerente para a ligação.
Ontem eu o tornei real para alguém próximo dele, mas esse alguém não achou muito surpreendente. Eu não estava aguentando, eu queria falar, apesar que agora me sinto um pouco estúpido (morro de medo do alguém abrir a boca).
Descobri que "ele" é realmente uma pessoa estranha e que não faz o tipo caçador em festas do gênero. Assumo que fiquei feliz ao saber disso, tanto que me comuniquei com ele através de uma mensagem assim que eu cheguei em casa, cerca de 4h00 da manhã. Até agora ele não respondeu, nem sei se recebeu, mas eu não mandei com intuito dele responder, apenas no intuito dele saber que não o esqueci.
Se vou me arrepender disso tudo que eu fiz e achar tudo o que escrevi de modo carinhoso a respeito dele? Sim, lógico. Mas sei que ele me compensará em seguida e faremos amor mais uma vez.
Assim é a nossa relação, cada um tem o seu momento de machucar e de demonstrar atenção. Só não sei por quanto tempo irei aguentar isso, acredito que até eu encontrar alguém mais interessante, só desse modo para eu sair dessa.
Eu estou tentando.
Não lembro se na minha última postagem eu estava alegre ou depressivo. Lembro da minha última tentativa de escrever, quarta-feira, em que "ele" me ligou.
Foi tão... inesperado. Não quero perder o meu tempo descrevendo os acontecimentos, apesar de rápido, foram momentos tensos. Ainda não descobri se foi bom ou ruim.
Estou percebendo que "ele" me quer. Sim, quer. Mas de uma maneira não tão séria, o rótulo é ausente. Eu nunca havia experimentado a paixão de um modo tão descompromissado, fico espantado ao ver que está durando. Porém, como eu disse: quero um sinal de afeto.
Uma ligação inesperada não significa afeto, pode significar inúmeras coisas, como por exemplo, apenas um desejo da carne. É estranho ver que essa é a hipótese que mais considero coerente para a ligação.
Ontem eu o tornei real para alguém próximo dele, mas esse alguém não achou muito surpreendente. Eu não estava aguentando, eu queria falar, apesar que agora me sinto um pouco estúpido (morro de medo do alguém abrir a boca).
Descobri que "ele" é realmente uma pessoa estranha e que não faz o tipo caçador em festas do gênero. Assumo que fiquei feliz ao saber disso, tanto que me comuniquei com ele através de uma mensagem assim que eu cheguei em casa, cerca de 4h00 da manhã. Até agora ele não respondeu, nem sei se recebeu, mas eu não mandei com intuito dele responder, apenas no intuito dele saber que não o esqueci.
Se vou me arrepender disso tudo que eu fiz e achar tudo o que escrevi de modo carinhoso a respeito dele? Sim, lógico. Mas sei que ele me compensará em seguida e faremos amor mais uma vez.
Assim é a nossa relação, cada um tem o seu momento de machucar e de demonstrar atenção. Só não sei por quanto tempo irei aguentar isso, acredito que até eu encontrar alguém mais interessante, só desse modo para eu sair dessa.
Eu estou tentando.
domingo, 8 de maio de 2011
Mais um domingo.
Eram oito e meia da manhã quando acordei com a claridade do sol, algo que me impossibilita dormir por mais sonolento que esteja. Fiz o ritual sagrado de todas as manhas: orei, disse bom dia aos meus pais, escovei os dentes, tomei café da manhã e escovei os dentes novamente. Liguei o computador e outros rituais: orkut, facebook, msn, Papel Pop, X-Britney. Tudo nessa ordem.
Passei boa parte do tempo no msn falando para os meus amigos como tinha sido a minha noite anterior, que não foi legal, mas já esperado. Acho que estou me curando, pois não sinto mais atração pela noite e não me sinto mal por isso. Ainda me sinto vazio, mas feliz por perceber que não necessito de badalações em minha vida.
Um resumo da minha noite anterior: festa, pessoas arrumadas e bonitas, futilidade, falsidade, barulho, desespero, atração, sexo, carne e superficialidade. Não que eu tenha participado disso tudo, eu apenas fui um espectador na maior parte (eu me incluo em pessoas arrumadas e bonitas, falsidade e superficialidade). Vi o quanto tudo aquilo não me faz falta.
Não acredito que estou me tornando amargurado ranzinza, apenas estou amadurecendo e escolhendo os caminhos que quero tomar. Qual é o problema de querer uma vida tranquila e rir de modo descontraido? Eu definitivamente não sou um caçador, nunca fui. Para mim, as coisas devem ocorrer naturalmente, a atração deve surgir sem forçar a barra.
Mas antes disso, ele me ligou. Sim, ele me ligou enquanto eu estava me arrumando para ir a esta festa. Não achei que ele fosse me ligar, quando ouvi o meu celular tocando pensei que fosse um amigo avisando que iria. Mas não era. O telefone parecia gritar mais alto que o habitual, senti que a minha respiração parou quando vi aquele número. Eu simplesmente não atendi, apesar de querer ouvir a voz dele, em seguida exclui o seu número para eu não cair em tentação e ligar depois.
Posteriormente, no meio de todo o barulho, não nego que pensei "eu estaria melhor se eu estivesse com ele, independente de estar fazendo algo ou não. A presença dele me bastaria. Sorte que eu exclui o número o número, senão eu estaria ligando dizendo que iria para a casa dele."
Se eu o amo? Acredito que não, apesar de ser o maior relacionamento, mesmo sendo impessoal, que eu já tive. Mas eu penso nele, escrever isso me faz pensar nele, o que me faz sentir um tolo. Eu queria uma demonstração de real afeto por parte dele, mas enquanto não fizer isso eu me sentirei sendo apenas um pedaço de carne, apenas sexo. Não preciso disso, a minha dignidade não permite. Então a solução é me afastar até se tornar algo insosso.
Fui embora da festa relativamente cedo, pois a atração principal ainda nem havia aparecido. Não, eu não quero ir a outra festa nesse estilo. É fato: eu não gosto disso e não faz parte de mim.
Agora estou aqui, pensando em almoçar e estudar um pouco mais.
Eu queria me compreender...
Passei boa parte do tempo no msn falando para os meus amigos como tinha sido a minha noite anterior, que não foi legal, mas já esperado. Acho que estou me curando, pois não sinto mais atração pela noite e não me sinto mal por isso. Ainda me sinto vazio, mas feliz por perceber que não necessito de badalações em minha vida.
Um resumo da minha noite anterior: festa, pessoas arrumadas e bonitas, futilidade, falsidade, barulho, desespero, atração, sexo, carne e superficialidade. Não que eu tenha participado disso tudo, eu apenas fui um espectador na maior parte (eu me incluo em pessoas arrumadas e bonitas, falsidade e superficialidade). Vi o quanto tudo aquilo não me faz falta.
Não acredito que estou me tornando amargurado ranzinza, apenas estou amadurecendo e escolhendo os caminhos que quero tomar. Qual é o problema de querer uma vida tranquila e rir de modo descontraido? Eu definitivamente não sou um caçador, nunca fui. Para mim, as coisas devem ocorrer naturalmente, a atração deve surgir sem forçar a barra.
Mas antes disso, ele me ligou. Sim, ele me ligou enquanto eu estava me arrumando para ir a esta festa. Não achei que ele fosse me ligar, quando ouvi o meu celular tocando pensei que fosse um amigo avisando que iria. Mas não era. O telefone parecia gritar mais alto que o habitual, senti que a minha respiração parou quando vi aquele número. Eu simplesmente não atendi, apesar de querer ouvir a voz dele, em seguida exclui o seu número para eu não cair em tentação e ligar depois.
Posteriormente, no meio de todo o barulho, não nego que pensei "eu estaria melhor se eu estivesse com ele, independente de estar fazendo algo ou não. A presença dele me bastaria. Sorte que eu exclui o número o número, senão eu estaria ligando dizendo que iria para a casa dele."
Se eu o amo? Acredito que não, apesar de ser o maior relacionamento, mesmo sendo impessoal, que eu já tive. Mas eu penso nele, escrever isso me faz pensar nele, o que me faz sentir um tolo. Eu queria uma demonstração de real afeto por parte dele, mas enquanto não fizer isso eu me sentirei sendo apenas um pedaço de carne, apenas sexo. Não preciso disso, a minha dignidade não permite. Então a solução é me afastar até se tornar algo insosso.
Fui embora da festa relativamente cedo, pois a atração principal ainda nem havia aparecido. Não, eu não quero ir a outra festa nesse estilo. É fato: eu não gosto disso e não faz parte de mim.
Agora estou aqui, pensando em almoçar e estudar um pouco mais.
Eu queria me compreender...
Assinar:
Postagens (Atom)